segunda-feira, 23 de novembro de 2009

RELATÓRIO DE ATIVIDADE AAA5 Estilística, coerência e coesão

GESTAR II
Programa Gestão de Aprendizagem Escolar
Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco
Governo do Estado de Pernambuco

Formadora: Rinalda Fernanda Arruda
Professora formanda: Josefa de Oliveira França
Escola/Município: Escola Severino Farias – Surubim - Pernambuco
Atividade desenvolvida: AAA5 – Estilística, coerência e coesão - Unidade 18 ( Organizando ideias) Aula 6
Turma: 7ª Série “A”– Turno: Manhã
Período: 05 aulas

Objetivo: Identificar como se constrói a undade de sentido nos textos.

desenvolvi essa atividade com base no material do GESTAR II AAA5 - Estilística, Coerência e Coesão - Unidade 18 - Coerência Textual: Organizando ideias - Aula 6
Fiz a leitura e pedi que os alunos realizassem a atividade do texto 1, auxiliando-os a procurarem, dentro dos enunciados pistas que apontassem a coerência das ideias.

( ) recuo um passo,
( ) puxo a mão com cuidado, descolando-a do espelho.
( ) e fique à minha frente, palpável, de carne e osso,
( ) sorrio para ele e ele para mim.
( ) um calafrio me corre pela espinha, arrepiando a pele: há alguém vivo dentro do espelho!
( ) quando volto a olhá-lo no rosto, vejo assombrado que ele continua a sorrir.
( ) em vez da outra mão se afastar, ela vem para fora, presa à minha.
( ) como outro menino exatamente igual a mim...
( ) sempre a puxar a figura do espelho,
( ) para testar, coloco a mão direita espalmada sobre o espelho.
( ) já dentro do meu quarto,
( ) até que ela se destaque de todo,
( ) como era de se esperar, ele, ao mesmo tempo, vem com sua mão esquerda, encostando-a na minha.
( ) como, se agora estou absolutamente sério?

Fiz a orreção coletiva. Dividi a turma em duplas e introduzi o texto 2:

O cão e a máscara

( ) o cão farejou-a e,
( ) disse; mas não tem miolos.
( ) encontrou um cão uma máscara:
( ) reconhecendo o que era, desviou-se com desdém.
( ) era formosíssima, e de cores tão belas quão animadas;
( ) A cabeça é de certo bonita,
( ) Procurando um osso que roer,

Moralidade:
Sobram neste mundo cabeças bonitas, porém desmioladas que só merecem desprezo.

Lancei o desafio para a montagem do texto sem a leitura prévia. Pedi que as duplas reescrevessem o texto e lessem para os colegas para uma avaliação coletiva sobre a sequência e maior clareza do texto. Na realização dessa atividade, alguns alunos demonstraram um pouco de dificuldade para montarem o texto 2 de acordo com a sequência lógica dos fatos e com a moralidade do texto. Entretanto, com a minha ajuda eles se sentiram mais seguros e conseguiram ordená-los de forma coerente.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

RELATÓRIO GESTAR II – AAA5

GESTAR II
Programa Gestão de Aprendizagem Escolar
Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco
Governo do Estado de Pernambuco

Formadora: Rinalda Fernanda Arruda
Professora formanda: Josefa de Oliveira França
Escola/Município: Escola Severino Farias – Surubim - Pernambuco
Atividade desenvolvida: AAA5 – O enlace de ideias (aula 8)
Turma: 7ª Série “A” – Turno: Manhã
Período: 03 aulas

Objetivo: Analisar a construção da coerência em textos.

A atividade foi desenvolvida com base no material do GESTAR II AAA5 “O enlace de ideias” Unidade 19 - Aula 8.
Distribui com os alunos as perguntas da Parte “A” da atividade 1 para que elaborassem respostas simples e objetivas.

1) Diga um nome próprio (de preferência que não seja da sala de aula):
2) Diga o nome de um lugar (bairro, cidade ou país):
3) Qual é o número de sua preferência?
4) Qual é a sua cor preferida?
5) O que para você é um defeito?
6) Indique um intervalo de tempo (horas, dias, meses, anos, décadas, séculos, etc.):
7) Indique uma quantia em dinheiro:
8) Qual é a música ou banda de sua preferência?
9) Diga o nome de um local comum (em casa, na escola, no caminho, etc.):
10) Qual é a sua comida preferida?

Em seguida fui lendo as perguntas da parte “B” li com eles relacionando as respostas dadas simultaneamente.

1) o nome da sua noiva/seu noivo;
2) o lugar onde se conheceram;
3) o número do seu sapato;
4) a cor dos olhos dele/dela;
5) é o seu único defeito;
6) tempo de duração do namoro e noivado;
7) dinheiro disponível para o casamento e a lua de mel;
8) música ou banda que tocou durante a cerimônia do casamento;
9) local da lua de mel;
10) único cardápio da lua de mel.

ao serem reveladas as verdadeiras referências das respostas, houve grande descontração. Pedi que elaborassem uma produção de texto, orientado-os a conservarem as respostas originais criando uma sequência lógica e coerente com as informações inventadas. Discuti com eles sobre o que, para eles, tornou a atividade engraçada e curiosa. Em seguida propus uma construção de texto com coerência, orientado-os a empregarem consctivos entre as ideias do texto para unir as informações. Percebi que, dentre as atividades já realizadas, essa foi a que os alunos sentiram mais facilidade em cosntruírem a produção textual, talvez pelo fato de se tratar de uma atividade lúdica.

RELATÓRIO GESTAR II – AAA5

GESTAR II
Programa Gestão de Aprendizagem Escolar
Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco
Governo do Estado de Pernambuco

Formadora: Rinalda Fernanda Arruda
Professora formanda: Josefa de Oliveira França
Escola/Município: Escola Severino Farias – Surubim - Pernambuco
Atividade desenvolvida: AAA5 – Brincando com os sons (aula 3)
Turma: 7ª Série “A”– Turno: Manhã
Período: 03 aulas

Objetivo: Reconhecer os recursos expressivos ligados aos sons das palavras (nível fonético)

A atividade foi desenvolvida com base no material do GESTAR II – AAA5
Desenvolvi essa atividade tomando por base o material do GESTAR II AAA5 Brincando com os sons, Unidade 17, aula 3. Anunciei o texto, estimulando os alunos a fazerem uma imagem de SARITA através de um questionamento, deixando-os muito curiosos quanto à figura dessa personagem. Usei uma estratégia tão dinâmica que eles chegaram a creditar que ela iria realmente chegar à sala de aula. Fiz a leitura do texto evidenciando a pronúncia da letra “S”.


Sarita

Sarita Sarará das Sardas Senfim
Nasceu assim
E assim será:
Sabe o que gosta,
Sabe o que quer,
Quer ser estrela
Do sacolejar.
E não quer casar.
Sarita cresce
Saçaricando
sua serpentina,
saboreando
seu sambar.
E não quer casar
Será?
Sarita Sarará das Sardas Senfim da Silva
É porta-bandeira.
E não é mais solteira.
Casou-se
Com o mestre-sala
Da sua gafieira.
ZATZ, Lia. Alfabetando. São Paulo: Paulinas, 1997.

Reli de forma rápida e desafiei os alunos a lerem comigo sem tropeçar nas palavras. Solicitei que lessem silenciosamente e fizessem a produção de um poema narrativo semelhante ao da autora Lia Zatz, orientando-os passo a passo, inclusive impedindo o emprego de palavras pejorativas e/ou depreciativas e levando-os a compreenderem que apesar de se tratar de uma brincadeira divertida, havia objetivos claros nessa atividade. Através do texto fiz revisão de fonemas e letras. Constatei que a aula foi proveitosa pelas produções textuais.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

ATIVIDADE GESTAR II AAA4

GESTAR II
Programa Gestão de Aprendizagem Escolar
Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco
Governo do Estado de Pernambuco

Formadora: Rinalda Fernanda Arruda
Professora formanda: Josefa de Oliveira França
Escola/Município: Escola Severino Farias – Surubim - Pernambuco
Atividade desenvolvida: AAA4 – Texto Circuito Fechado (aulas 2 e 3)
Turma: 7ª Série “A” Turno: Manhã
Período: 03 aulas

Objetivo:Identificar as marcas de letramento e relacionar a escrita com as práticas de cultura local.

A atividade foi desenvolvida com base no material do GESTAR II – AAA4

Conversei com os alunos sobre as imagens do dia-a-dia a partir do momento em que eles se levantam. Em seguida distribui xérox do texto “Circuito Fechado”:


Circuito fechado

Chinelos, vaso, descarga. Pia, sabonete. Água. Escova, creme dental, água, espuma, creme de barbear, pincel, gilete, água, cortina, sabonete, água fria, água quente, toalha. Creme para cabelo, pente. Cueca, camisa, abotoaduras, calça, meias, sapatos, gravata, paletó. Carteira, níqueis, documentos, caneta, chaves, lenço, relógio, maço de cigarros, caixa de fósforos. Jornal. Mesa, cadeiras, xícaras e pires, prato, bule, talheres, guardanapos. Quadros. Pasta, carro. Cigarro, fósforo. Mesa e poltrona, cadeira, cinzeiro, papéis, telefone, agenda, copo com lápis, canetas, blocos de notas, espátula, caixas de entrada, de saída, vaso com plantas, quadros, papéis, cigarro, fósforo. Bandeja, xícara pequena. Cigarro e fósforo. Papéis, telefone, relatórios, cartas, notas, vales, cheques, memorandos, bilhetes, telefone, papéis. Relógio. Mesa, cavalete, cinzeiros, cadeiras, esboços de anúncios, fotos, cigarro, fósforo, bloco de papel, caneta, projeto de filmes, xícaras, cartaz, lápis, cigarro, fósforo, quadro negro, giz, papel. Mictório, pia, água. Táxi. Mesa, toalha, cadeiras, copos, pratos, talheres, garrafa, guardanapos, xícara. Maço de cigarros, caixa de fósforos. Escova de dente, pasta, água. Mesa, poltrona, papéis, telefone, revista, copo de papel, cigarro, fósforo, telefone interno, externo, papéis, prova de anúncio, caneta e papel, relógio, papel, pasta, cigarro, fósforo, papel e caneta, telefone, caneta e papel, pasta, cigarro, fósforo, papel e caneta, telefone, caneta e papel, telefone, papéis, folheto, xícara, jornal, cigarro, fósforo, papel e caneta. Carro. Maço de cigarros, caixa de fósforos. Paletó, gravata. Poltrona, copo, revista. Quadros. Mesa, cadeiras, copos, pratos, talheres, guardanapos. Xícara, cigarro e fósforo. Poltrona, livro. Cigarro e fósforo. Televisor, poltrona. Cigarro e fósforo. Abotoaduras, camisa, sapatos, meias, calça, cueca, pijama, espuma, água. Chinelos. Coberta, cama, travesseiro.

RAMOS, Ricardo, In: NETO, Antônio Gil. A produção de textos na escola. São Paulo: Loyola, 1993, p.82.

Fiz a leitura coletiva e pedi que fizessem a leitura silenciosa. Em seguida questionei sobre a estrutura do texto, a classificação gramatical das palavras, a possibilidade de se entender um texto formado apenas por substantivos. Fiz a sondagem para confirmar se eles haviam entendido o texto (de que falava o texto). Conclui as atividades sobre o texto com a elaboração de uma produção textual baseada em “Circuito Fechado”, tendo como personagem o próprio aluno. Após as produções textuais constatei que, apesar deles terem sentido um pouco de dificuldade a aula foi muito proveitosa, pois eles conseguiram produzir um texto de acordo com a sua cultura.

Avançando na Prática TP4

GESTAR II
Programa Gestão de Aprendizagem Escolar
Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco
Governo do Estado de Pernambuco

Formadora: Rinalda Fernanda
Professora formanda: Josefa de Oliveira França
Escola/Município: Escola Severino Farias – Surubim - Pernambuco
Atividade desenvolvida: Avançando na Prática – TP4
Turma: 7ª Série “A” – Turno: Manhã
Período: 03 aulas
Objetivo:Ler, interpretar e produzir texto relacionado ao texto analisado

RELATÓRIO DA ATIVIDADE – TP4 / GESTAR II / AVANÇANDO NA PRÁTICA, UNIDADE 14, SEÇÃO 3, Págs. 97 a 100.

Desenvolvi a atividade com base no texto de Carlos Drummond de Andrade, “Cidadezinha Qualquer” do livro GESTAR II TP4.

Cidadezinha Qualquer

Casas entre bananeiras
mulheres entre laranjeiras
pomar amor cantar.

Um homem vai devagar.
Um cachorro vai devagar.
Um burro vai devagar.
devagar... as janelas olham.
Eta vida besta, meu Deus.

ANDRADE, C.D. de. Poemas. Rio de Janeiro: José Olympio, 1959. p. 165

Apresentei o título do poema e solicitei aos alunos que formulassem hipóteses sobre o que Drummond apresenta nesse texto. Li o poema, fiz observações sobre vários aspectos interessantes do texto: relacionei os elementos do texto com a natureza, falei da adequação de substantivos e adjetivos na descrição e verbo na narração. Pedi que os alunos lessem o texto silenciosamente e dessem opinião sobre o mesmo. Li também, a biografia de Drummond e falei sobre sua trajetória de vida. Encaminhei a atividade escrita(produção de texto), ajudando àqueles que apresentavam dificuldade. Dando prosseguimento, fiz a correção coletiva.
Li o texto “A cidade”, de Fernades, fizemos o paralelo coletivamente entre as cidades dos dois textos.

A cidade

“A cidade é um montão de gente tentando fugir dos automóveis. A gente que consegue entra nas lojas, nos cinemas e nos cafés, tudo muito depressa como se fosse o último dia de tudo. Quando a gente vai entrando na cidade vai perdendo a educação e vai saindo vai virando educada de novo. Nas ruas tem sempre uma porção de gente querendo vender uma porção de coisas que a gente não quer de modo nenhum, mas nas lojas é difícil encontrar o caixeiro pra vender o que a gente quer. Agora a ocasião em que a cidade fica mais bonita é de noite, quando todas as lojas acendem as luzes de náilon. Minha cidade é tão grande que nem do alto do morro a gente vê ela toda. Faz calor verão e, às vezes, um pouquinho de frio no inverno. A gente brinca muito na praia, que tem uma areia que dá muito apetite depois que a gente brinca nela, de modo que a gente come tanto que parece às vezes que a comida é maior do que a gente. Agora de automóvel a cidade acaba logo e papai diz que um dia nós vamos no Rio de Janeiro. Mas o melhor mesmo da minha cidade são as férias, que é quando a gente vai passar uns tempos noutro lugar.

FERNANDES, M. Conpozissõis imfãtis. Rio de Janeiro: Nórdica, 1975. p.36.
Discuti com a turma a diferença entre as características de uma cidade movimentada e de uma cidade pacata e alguns alunos chegaram a observar até a questão de iluminação. Sugeri que pesquisassem outros poemas que apresentassem cidades. Solicitei uma produção de textos em que eles apresentassem suas cidades. Após a realização das produções textuais, observei que eles conseguiram elaborar um texto de acordo com a vivência deles em ralação a cidade em que moram. Eles não apresentaram muita dificuldade, pelo fato de já terem um conhecimento prévio através dos dois textos anteriormente apresentados.